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A FRAQUEZA E AS DOENÇAS DE UM LÍDER PEQUENO

Por Genaldo de Melo

O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem  deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos.

Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos!

O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo brasileiro, mas não se comporta como homem nem como líder.

Em tão poucos dias cumprindo sua pena esse sujeito já inventou uma tal de cirurgia, já alardeia via os boquirrotos do seus filhos crises de soluços, já caiu da cama, não anda mais em pé sozinho e agora a vitimização é poder ter morte súbita. Que líder é esse que lidera uma rebanho de boquirrotos que há quase quatro anos não propõe nada no parlamento brasileiro, além de anistia para ele mesmo e perseguição verbal ao ministro Alexandre de Moraes, sendo um doente compulsivo?

O líder que fica na história para ser sempre lembrado e referenciado é aquele que não foge de sua causa nas adversidades e não anda doente o tempo todo. Para lembrar dos últimos homens fortes na política lembremos de Getúlio, de Fidel e Che, de Peron, do atual presidente, Lula, e de outros grandes estadistas. Arre égua, me poupe com esse tipo de liderança!

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