Por Genaldo de Melo

Nunca na história política brasileira um
grupo político do baixo clero conseguiu ludibriar tanto aqueles cidadãos que na
sociedade se consideram os mais inteligentes do que a turma de Bolsonaro. Foi
um estelionato eleitoral à altura das grandes tragédias políticas, e que deverá
ser muito estudada nos livros de história do futuro.
Sua
assessoria eleitoral sob trabalhar muito bem as brechas deixadas pela
intoxicação a qual foi
submetida à população contra o petismo, e utilizou em alto e bom som o discurso
de que seu governo seria a redenção contra a corrupção endêmica, criada nesses
tempos modernos.
Grande parcela dos 57 milhões de cidadãos que
o consagraram nas urnas, como o grande salvador da pátria, acreditou que a
família de Bolsonaro fosse realmente honesta, e que os petistas que colocaram o
Brasil como a sexta economia mundial inventaram a corrupção no país.
Não se pode dizer que existem 57 milhões de
imbecis no Brasil, mas pode se dizer que realmente existe uma grande parcela de
inocentes e analfabetos políticos. Não se preocuparam em nem sequer ver a
história do capitão "machão", que não fez outra coisa no Congresso
Nacional senão “mamar nas tetas” do Estado, fazer intrigas sem de fato
trabalhar.
A coisa começou a ser desnudada através dos
“bolsonarinhos” no momento, mas a coisa vai piorar, porque o erro cometido de
querer enfrentar a Rede Globo no início de seu governo abertamente não vai
fazer nada bem para sua saúde política. Quem tem telhado de vidro não pode
atirar pedras no telhado dos outros!
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