Pular para o conteúdo principal

As panelas começam a bater contra o silêncio dos decretos


Por Genaldo de Melo
Nenhuma descrição de foto disponível.
Que é pura insanidade qualquer cidadão de mente sã sabe, mas Bolsonaro insiste em sua loucura de tentar governar o Brasil via decretos “pessoais", sem interferência dos outros poderes.

Atrapalhado, incompetente e incapaz para o cargo todo mundo também sabe, mas ele vai fazendo do circo sua estratégia insana diária, a ponto de Miguel Reale Jr. acenar ao MP para estudar a saúde mental do homem.

Nos últimos dias ele disse que o Coronavírus seria exagero da mídia, depois contrariando tudo fez live com máscaras cirúrgicas, e depois contrariando de novo foi às mobilizações contra o Congresso e o STF em plena crise do próprio Covid 19.

Nas mobilizações que ele mesmo convocou, conseguiu colocar nas ruas uns “gatos pingados", mas fiéis às suas loucuras. Porém colocou a nata da insensatez e da ignorância política desse país.

Foi gente sem juízo, a defender o feminicídio contra um tal de “fomenicídio" do PT, a defender um novo AI-5 sem compreender que isso proibirá exatamente o que estava fazendo, ou seja, protestos nas ruas, a defender a morte de si mesmo de Coronavírus para defender o capitão e outras barbaridades mais...

E assim ele vai insano sem lembrar que isso aqui é um estado nacional, que tem três poderes, e que ele não sabe governar, mas apenas gozar das benesses do poder.

É um erro além dos limites daquilo que pode ser tolerado de um governante numa democracia, que parece não conhecer Montesquieu. Governar via decreto porque o mundo vive uma crise com a pandemia de uma doença, não é tão fácil assim para quem apenas vive de teatro.

E quando as panelas das madames do ricos bairros paulistas e cariocas dão sinais de vida, ele deve colocar as barbas de molho. É bom lembrar delas na vida de Fernando Collor e Dilma Rousseff. Todo mundo sabe que elas são cruéis como a frieza de um túmulo. Como a história é a prova dos nove, Bolsonaro que se cuide!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A FRAQUEZA E AS DOENÇAS DE UM LÍDER PEQUENO

Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem  deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...

LITERATURA

 

A VERGONHA DE FEIRA DE SANTANA SÃO IDIOTAS SEREM VEREADORES

Por Genaldo de Melo É uma vergonha que um município do tamanho de Feira de Santana, maior que nove capitais brasileiras, tenha alguns vereadores que sem estudar, ou por mau-caratismo mesmo, em vez de se preocupar com coisa mais importante para nosso povo, vão para a Câmara de Vereadores falar mal de Lula, porque ele recebeu o presidente da Venezuela, agredindo verbalmente este como ditador. Deveriam estudar um pouco sobre comércio internacional e geopolítica para pelo menos não falar bobagens e compreender que a Venezuela está na situação que está, porque o xerifão do mundo não deixa ninguém comprar petróleo e ouro da mesma, porque querem, porque querem na tora, toda riqueza daquele país, que não aceita ser dominado. Ou burrice ou mau-caratismo, somente fazem vergonha àquela parcela da população que não tem resistência à raciocínio e ler um pouco sobre o que deve ser lido, em vez de confundir religião com política. Burrice tem limites, mas infelizmente ainda têm alguns papagaios ...