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Trabalhadores/as na educação mais fortes no Território do Sisal


Por Genaldo de Melo

Aconteceu nos últimos dias 24 e 25 de janeiro o grande Conselho da Regional Sisaleira da APLB-Sindicato, em Caldas do Jorro, no município de Tucano, com a participação de dirigentes dos núcleos municipais da entidade de 26 municípios. Os temas principais do Conselho foram a análise da conjuntura política, econômica e sindical, avaliação do trabalho sindical nos municípios e planejamento para o próximo período, bem como a discussão vigente sobre uma candidatura a deputado estadual da base dos trabalhadores/as da educação na Bahia.

Coube ao Coordenador Geral da APLB-Sindicato, Professor Rui Oliveira, fazer uma análise mais aprofundada da situação política e econômica no mundo, no Brasil, e especialmente no Estado da Bahia, e do mesmo modo, analisar a atuação do trabalho sindical da entidade em defesa dos interesses sociais, políticos e econômicos dos trabalhadores da educação no Estado.

O Conselho foi bem coordenado por José Francisco e Viviane Campos, e segundo a avaliação final dos dirigentes presentes o evento atingiu seu objetivo, pois os núcleos municipais já começam o ano sindical sabendo a direção que deve seguir na luta em defesa de seus sócios e pelo fortalecimento de uma educação pública e de qualidade. O ponto forte do evento foi a discussão sobre a necessidade dos trabalhadores/as da educação terem de fato um representante da categoria na Assembléia Legislativa da Bahia. Para os dirigentes presentes não se pode mais deixar de cumprir esse objetivo nas próximas eleições, tanto que de modo unânime todos estão empenhados em fazer a campanha do candidato da APLB-Sindicato.

Participaram também do Evento Noildo Nascimento, Diretor de Organização da APLB-Sindicato, e Genaldo de Melo, do Instituto Mandacaru, e colaborador da Entidade. Segundo o Professor Rui Oliveira “cada vez mais os trabalhadores/as da educação dão demonstrações claras de que são organizados e sabem o querem, tanto do ponto de vista econômico como do ponto de vista político, e a vez da educação na Assembléia Legislativa é agora”.

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