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Uma nação é feita de homens sérios



Por Genaldo de Melo
 
A nação brasileira pode ser considerada de todos os pontos de vista como a melhor do mundo, por diversos fatores oriundos da própria formação como Estado Nacional. O Brasil é o único país do mundo aonde aportou durante toda sua formação mais de setenta povos de nacionalidades diferentes, constituindo-se assim na mais perfeita Dinâmica de Fronteira da civilização humana. É um dos países no mundo que já viveu seus conflitos sociais, culturais, políticos e econômicos, mas na sua essência não se desintegrou como nação, continua sendo o mesmo Brasil de sempre.

Então não cabe no contexto atual defender teses contrárias a unidade nacional, nem criar processos sociais de preconceito entre povos de regiões diferentes, bem como defender a tese de que o Estado deve ser governado pela força que o próprio Estado precisa para ser a democracia cultural, racial, econômica e diversa que é. Se tiver alguma nação no mundo que poderia metaforicamente ser considerada como um orgasmo social, então todas as nações do mundo seriam enquadradas no distúrbio da libido social, pois não existe perfeição em nada a não ser a busca incessante por ela.

Parece que aqui querem fazer uma mobilização para desestabilizar a nação constitucionalmente, desobedecendo assim a Lei 7.170, de 14 de dezembro de 1983 que “define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências”.

São bacharéis das letras que possuem espaços para formar opinião pública, através dos monopólios e oligopólios das comunicações do mercado, bem como carniceiros que querem as ruas como palcos de seus ódios, sem compreenderem que são manipulados pelas “alcatéias” e pelos chamados hiperbóreos da vida, que vivem nos bons jardins de São Paulo e outros das verborréias do cânhamo que os faz sonhar com a Flórida.

A idéia de Nietzsche do homem superior não necessariamente está no Estado de São Paulo, porque a premissa do homem superior é a moral, a reputação ilibada.

Quem quer desestabilizar a ordem social e política no país depois do embate eleitoral de outubro último não tem moral para tanto. Um deles que se coloca contra o chamado imbecil coletivo que ele mesmo inventou nem no país mora, como se tivesse vergonha de ser brasileiro, considerando como superior apenas Benjamim Franklin. O outro que participou recentemente de teleconferência do chamado “Comitê Contra Dilma” é um rapaz que nos anos oitenta não serviu de exemplo para a juventude sadia, apesar de sua boa música do passado.

Vamos esquecer a história dos coordenadores desse Comitê, porque um já vive na terra de Tio Sam, e o outro se tivesse vergonha na cara cumpria sua promessa de se escafeder do país depois das eleições.
 
Formular documento com a opinião de militares sem seu consentimento é crime. E todo mundo sabe que será melhor essa turma parar de instigar o distúrbio social e cumprir a Lei 7.170/1983! Porque como mesmo Nietzsche diz “os homens são malvados, mas as mulheres são simplesmente cruéis!”! Principalmente na Presidência da República!

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