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Com Lula ou sem ele nas urnas ninguém tira mais as eleições da esquerda

Por Genaldo de Melo
Se o judiciário brasileiro se politizou para tirar Lula do jogo eleitoral, a rapidez com que o juiz Sérgio Moro tomou a decisão pela prisão do mesmo, pode ter sido o grande erro político propriamente dito.

Porque mesmo pacífico e aceitando tudo calado da elite judiciária, e principalmente da imprensa tradicional e parcial, o povo brasileiro vem dizendo através de todas as pesquisas eleitorais, que não aceita nas urnas o projeto que querem sem Lula.

E é bom lembrar que as forças lulistas em nenhum momento cogitou outro nome para ser avaliado nas pesquisas. Trabalhou somente com o nome de Lula, e mesmo assim ninguém consegue na direita avançar.

Apenas Bolsonaro, da extrema-direita, tem atingido os dois dígitos nas pesquisas, mas ainda não é muita coisa, porque ele não dispõe de estrutura partidária, não tem quem financie sua campanha e nem tempo de televisão e rádio.

Talvez fosse melhor a direita toda se unificar e enfrentar Lula nas urnas, mas preferiu comover ainda mais os brasileiros com sua prisão sem provas. Porque o que se fez foi brincar de fazer política nos tribunais, enquanto o lulismo preferiu o cheiro das ruas.

As decisões não foram tomadas ainda porque a injustiça acabou de ser cometida, mas pela participação no processo das duas principais figuras da esquerda, Guilherme Boulos e Manuela D' Ávila, existe a grande possibilidade da unificação em torno de um nome que de fato vença as eleições na esquerda ou centro-esquerda.

A comoção que tomou conta do país, e ainda vai ser trabalhada politicamente, pode tornar até mesmo os recados de Lula em premissas da vitória muito mais fortes do que a palavra e o dinheiro de pessoas como Flávio Rocha, Marina Silva, Rodrigo Maia ou Henrique Meireles. Quanto à Ciro Gomes cada vez mais se perde na palavra!

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