Pular para o conteúdo principal

Conselho para o povo reagir logo contra o novo Luís XIV

Por Genaldo de Melo
Por diversas vezes comentei ou escrevi contra o governo ilegítimo de Michel Temer, porque ele não é um governo baseado nas regras elementares das prerrogativas constitucionais, pois não foi através do voto popular, mas resultado de um golpe parlamentar.
E sempre fiz isso também porque não considero como um governo sério. Considero um governo que além de atrapalhado, vem fazendo e tomando posturas políticas, considerando o povo brasileiro como beócio, justamente porque o próprio povo não reagiu ainda aos males que esse próprio governo vem causando ao Estado brasileiro.
Mas parece que agora depois que ele tirou a foto oficial com a faixa de presidente (com cara de casa caiada pintada) resolveu de vez ser o próprio dono do Estado brasileiro. No espaço de poucos dias ele criou um ministério para seu amigo, o gato angorá Moreira Franco, para blindá-lo da Lava Jato, e vai colocar seu atrapalhado Ministro da Justiça para substituir o finado Teori Zavascki no STF.
Nesse caso agora ele ultrapassou todos limites do que pode ser considerado correto para ser aceitável. Criar um ministério para colocar sob a responsabilidade de um homem que está sendo denunciado por corrupção pelos delatores da Lava Jato é realmente rir da cara dos brasileiros honestos!
E nomear como ministro do STF um quadro de um partido político, o PSDB, que inclusive defendeu sua tese de doutorado contra o nomeação de ministros e quadros do governo para o STF é a mais descarada falta de seriedade com a administração pública, bem como a mais descarada falta de respeito com os brasileiros que ainda não reagiram contra tudo isso!
Já está mais do que na hora de o povo reagir nas ruas, e não ficar somente escrevendo pequenos textos em redes sociais reclamando da vida, enquanto o "boca de envelope amassado" que assaltou o poder central no Brasil vai impondo suas vontades pessoais em prática como se realmente fosse um novo Luís XIV.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A FRAQUEZA E AS DOENÇAS DE UM LÍDER PEQUENO

Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem  deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...

LITERATURA

 

A cada dia aumenta o número de pré-candidatos em Feira de Santana, agora é Dilton Coutinho

Por Genaldo de Melo Mais um nome entra na fogueira das discussões e cogitações para ser candidato ao Paço Municipal em Feira de Santana, e o assunto não deixa de ser cogitado hoje em rodas de conversas, jornais, sites e blogs, além do mundo política da cidade. Dessa vez surge como candidato o radialista Dilton Coutinho, nome bastante conhecido nos meios de comunicação local. Ontem em entrevista no seu programa Acorda Cidade na rádio Sociedade de Feira FM o deputado federal Fernando Torres (PSD) disse ser pré-candidato a prefeito, mas caso Dilton resolva ser do mesmo modo, ele oferece seu partido para abrigar o comunicador como candidato: “Eu sou pré-candidato a prefeito de Feira de Santana, mas se você for Dilton Coutinho eu abro mão. O PSD está a sua disposição amigo Dilton Coutinho”, disse Fernando Torres, presidente do PSD no município. Do mesmo modo a discussão apareceu ontem na Câmara de Vereadores pela vereadora Eremita Mota (PDT e pelo vereador David Neto (PTN).