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A mesquinharia política não mais produz resultados eleitorais

Por Genaldo de Melo
Quem trabalha sempre terá mais visibilidade política se tiver uma boa equipe de propaganda e marketing, pois é com isso que o povo sabe se o indivíduo cumpre com o prometido de palanque ou é um verdadeiro embusteiro. Porém nenhum trabalho de imagem de qualquer político tem vida permanente se o mesmo não trabalha e somente faz política.

E parece que com Rui Costa na Bahia o casamento perfeito entre a construção da imagem e o trabalho propriamente dito tem apresentado seus resultados, e tem incomodado a ponto de seus adversários trazerem de volta a cena política velhos métodos que não funcionam mais no mundo de hoje.

Ao articular politicamente para que o Governo Federal não repasse um empréstimo de R$ 600 milhões para obras de infraestrutura no Estado da Bahia, o grupo político em torno do prefeito de Salvador, que pretende ser candidato ao governo estadual nas próximas eleições, pode está dando um verdadeiro tiro no pé, porque a imagem de Rui Costa já foi construída de Norte e a Sul do Estado como um homem público que trabalha.

Esse método de querer travar politicamente os passos administrativos dos adversários em favor do povo que o mesmo representa, foi muito utilizado e funcionou muito bem na Bahia, na época de ACM, porque os tempos eram outros e era ele mesmo quem governava e dava as cartas a serem jogadas.

Hoje não, os tempos são outros e quem governa é Rui Costa. E este não está brincando de apenas fazer política no sentido mais moderno da palavra, está trabalhando e comprovando isso todas as semanas com obras públicas e feitos que não aconteciam na época do avô do prefeito de Salvador.

Utilizar até mesmo deputados baianos que não respeitam o povo, como o deputado de Bom Jesus da Lapa, Arthur Maia (PPS), para chantagear o próprio aliado Michel Temer para não liberar o dinheiro do empréstimo do Banco do Brasil, não é coisa de gente nobre e que vende a imagem de gestor moderno, é coisa de gente pequena que começa de fato a reconhecer que nas urnas não vence Rui Costa.

Fazendo reviver métodos de fazer política na base da perseguição à prefeitos e a chantagem com quem assina o cheque é tão perigoso quanto criar cobras em casa e achar que não pode ser mordido.  

Se o prefeito de Salvador e seu grupo político tivessem rodeados de bons assessores e não de aduladores, provavelmente não cometeria esse grave erro político, porque hoje não se esconde mais nada do povo como antes. E dizer que Rui Costa está mentido é não enxergar quem de fato está levando vaias do povo por onde anda. 

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