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O humilhante serviço de transporte público de Feira de Santana

Por Genaldo de Melo
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Quando em campanha eleitoral em 2016 em Feira de Santana, para convencer os cidadãos de que tinha o melhor projeto para o município, o vencedor daquele pleito e atual Chefe do Executivo Municipal, prometeu coisas que não foram cumpridas e nem sequer explicações disso foi dado aos que acreditaram nele.

Numa das mais mirabolantes propostas apresentadas em seus programas televisivos o candidato que saiu vencedor nas urnas prometeu que o transporte público no município seria de excelência, e inclusive os ônibus coletivos seriam confortáveis e seriam todos com ar condicionado.

Trabalhando de modo contrário ao prometido, e acreditando sempre que o povo não tem memória, em vez de se melhorar os péssimos serviços públicos de transporte que já tínhamos, parece que o Chefe do Executivo Municipal não tem muito interesse de ter compromisso com as soluções dos problemas apresentados diariamente.

Na realidade desde que assumiu seu quarto mandato como “dono” do Paço Municipal, o coordenador do grupo político que há quase vinte anos ludibria politicamente a população feirense, não apresentou nenhum projeto viável para melhorar a qualidade dos transportes públicos de Feira de Santana, além daquele tal de BRT que deveria ser terminado em noventa dias, e absolutamente nada aconteceu até agora!

Nesse contexto, quem mas vem sofrendo com os péssimos serviços de transporte é exatamente a maior parcela da população da periferia urbana e das comunidades rurais, que dependem em sua grande maioria dos transportes alternativos, que parecem que trabalham do modo que quiser, sem compromisso nenhum com os “clientes”, e parece que sem nenhum tipo de fiscalização comprometida com a verdade dos fatos.

Caso fosse sério esse Governo, mesmo em dificuldades deveria dialogar com a população para saber que a grande maioria dos serviços prestados em matéria de transporte público, lida com a população local, especialmente dos bairros mais periféricos e das comunidades rurais, como se estivesse fazendo favor a animais propriamente dito.

Conta a narrativa da história de que o povo sofre durante um tempo para depois reconhecer de fato que determinados líderes não se preocupam com seus liderados, mas com suas estrelas quase apagadas que giram em suas órbitas, que em vez de serem bons assessores, como ensina o homem de Florença, são literalmente aduladores políticos da corte. E quando a história não mente uma vaga no Senado Federal fica mais distante!

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