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Feira de Santana pode ficar órfã de representação política

Por Genaldo  de Melo
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Com a saída do deputado estadual Zé Neto (PT) da disputa pelo mesmo cargo, e com a desistência da candidatura do deputado federal Fernando Torres (PSD) de ser deputado estadual, espera-se que Feira de Santana possa repensar melhor quem vai escolher para representá-la na Assembléia Legislativa a partir de janeiro de 2019.

O deputado estadual Ângelo Almeida (PSB) em pouco tempo de mandato já provou que supera em muito a atuação dos outros três deputados que fazem oposição ao governo na Bahia, mas é apenas um homem só. Apesar do pouco de excelência do mandato do deputado Targino Machado (PPS), os outros dois deputados não conseguem em nada representar Feira de Santana.

Analisando melhor, se não houver um avanço na escolha de melhores deputados estaduais, Feira de Santana poderá praticamente ficar órfão de representação política a nível estadual. Pois o que temos para o jogo eleitoral ainda não sustenta o discurso de que teremos bons representantes.

O deputado Carlos Geilson (PSDB), apadrinhado pelo atual mandatário do Paço Municipal, nunca deixou de ser radialista, nem na tribuna do rádio e nem na tribuna da Assembléia Legislativa. O deputado José de Arimatéia ninguém sabe mesmo na cidade o que realmente faz. Quem consegue imprimir uma marca melhor de oposição é Targino Machado, mas além disso nada mais...

Ficar falando grosso na tribuna da Assembleia Legislativa, e não conseguir sentar civilizadamente para negociar políticas para o município, independente da posição política que defende, não é representar o povo feirense. Em suma, poderemos na próxima legislatura piorar ainda mais o quadro esquisito de nossa representação política. Vamos esperar que o povo melhore esse quadro, porque senão ainda é melhor votar em quem é mesmo de fora!

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