Por Genaldo de Melo Conforme venho dizendo há muito tempo, a direita brasileira quando não mediu as conseqüências da realização de um golpe de Estado para tirar o controle do poder político da esquerda, também não enxergou a capacidade da única liderança que foi construída por essa última nos últimos trinta anos, e sua capilaridade eleitoral. A lição não foi assimilada com as quatros derrotas sucessivas para o mesmo líder, que desde seu surgimento no Movimento Sindical brasileiro, ainda em plena ditadura militar, apenas cresceu politicamente absoluto. Lula não é um líder comum, pois se fosse não estaria absoluto na frente de todas as experiências da direita até então. Uma coisa talvez seja tentar derrotar um projeto político, mas num país que vota não em projetos e programas políticos, mas em lideranças, ou você reconhece as qualidades dos inconvenientes ou você morre de inanição política. E é exatamente isso que tem acontecido com a direita brasileira diante de Lula. ...
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