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A verdade sobre os papagaios faladores que imitam o tempo de Napoleão Bonaparte

Por Genaldo de Melo
Magistralmente Luís Nassif para demonstrar como está funcionando a mídia do Jornalismo da Obediência no Brasil, relembrou o artigo de Hugo Victor Soares, publicado em tempos recentes na Tribuna da Bahia, em que demonstra que a imprensa familiar trabalha pautando a política, e se adaptando sempre ao poder, por isso que foi comparada com a época de Napoleão Bonaparte.

“Quando Napoleão fugiu da Ilha de Elba e desembarcou no Golfo Juan, o jornal mais importante da França escreveu em sua manchete principal: ‘O bandido corso tenta voltar à França’. Quando o bandido corso alcançou o meio caminho de Paris, o mesmo periódico escrevia: ‘O general Bonaparte continua sua marcha rumo à Paris’. Quando o General Bonaparte se encontra a um dia de Paris, o jornal dizia: ‘Napoleão segue sua marcha triunfal’. Quando Napoleão entrou na capital de seu império perdido, o periódico arrematou o processo de sua informação com esta manchete: ‘Sua Majestade o imperador entrou em Paris, sendo entusiasticamente recebido pelo povo".

Alguma dúvida em relação ao papel de parcialidade e do papel político da Rede Globo, da revista Veja e dos jornalões feitos papagaios? Alguma dúvida sobre o conceito de jornalismo como prática da comunicação da verdade dos fatos, e sobre propaganda política propriamente dita?


Aos poucos se não cair antes com a operação Lava Jato no encalço de membros do PMDB, Michel Temer vai se transformando em vez de golpista e usurpador da democracia em grande herói dos 10% da população mais rica desse país, e o resto dos 90% da massa populacional vai sendo envenenada ou enfeitiçada pelas mentiras repetidas várias vezes ao modo da comunicação nazista.

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