Por Genaldo de Melo
Veemente discordo da utilização de atos de
vandalismos como forma de manifestação contra atos de governos, que como
impopulares que são, atingem de forma negativa diretamente a população, que
mais precisa dos serviços públicos, como foi o exemplo do aumento das passagens
do transporte coletivo de Feira de Santana.
Discordar de um ato administrativo do
Prefeito Municipal a partir do consentimento de um Conselho Municipal de
Transporte inoperante para o aumento da passagem, não dá o direito a ninguém de
depredar o patrimônio público ou o patrimônio privado que serve ao público,
como são os ônibus coletivos que estão atendendo ao município nesse momento.
Se alguém em são consciência política, ou em
sã consciência escabrosa discorda disso, que vá convencer mais gente para sair nas ruas em grandes mobilizações populares, que sempre deram resultados
políticos, ou mesmo se utilize dos mais modernos instrumentos tecnológicos das
redes sociais para escrever e demonstrar sua indignação.
Mas porque está indignado com o aumento das
passagens dos ônibus coletivos que servem a maioria absoluta da população,
procura rasgar, literalmente rasgar com facas ou canivetes as poltronas, pois foi
o que aconteceu por esses dias, caracteriza-se como atos criminosos de
vandalismo doentio.
E me poupe quem me venha dizer que isso é correto!
Pois absolutamente não acho, tenho certeza de que desses vândalos não se pode
alisar o rosto, tem-se que cortar metaforicamente o rosto de sua liberdade,
porque não me venha dizer que políticos locais, empresários, ou mesmo os
anônimos membros do Conselho Municipal de Transporte viajam por Feira de
Santana de ônibus coletivo, pois quem se serve dos serviços de transporte
coletivo é o povo feirense.
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