Depois da importante vitória do governo Dilma no Senado, com a aprovação do nome do jurista Luiz Fachin para o Supremo Tribunal Federal, a Câmara dos Deputados irá apreciar a parte mais importante do ajuste fiscal proposto pelo ministro Joaquim Levy, que prevê o fim das desonerações fiscais na economia; "é com o projeto que reduz a desoneração da folha para 56 setores econômicos que Levy pode obter uma boa economia, entre as medidas que dependem de aprovação congressual: cerca de R$ 5,35 bilhões", informa a colunista Tereza Cruvinel; "Sua preocupação é a seguinte: quanto menor for a economia obtida com as medidas que dependem do Congresso, maior terá que ser o corte nos gastos do governo para garantir o prometido superavit primário de 1,2% do PIB – mais de cem bilhões de reais"; segundo Tereza, hoje o governo dispõe de uma base bem mais coesa do que há 30 dias. (Com informações de Tereza Cruvinel)
Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...
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