Pular para o conteúdo principal

DILMA DERROTA IMPEACHMENT

Por Genaldo de Melo
Requerimento de impeachment aceito pelo “Senhor dos Anéis”, presidente da Câmara dos Deputados Eduardo “Acunhalado” todos estão a fazer contas em relação ao número de votos que tem Dilma e quantos tem a oposição para deflagrar o golpe “paraguaio”. O jornal O Globo fez pesquisa entre os 17 líderes partidários, que representam 454 deputados, para levantar esses números, e chegou à conclusão de que se a votação em plenário fosse hoje Dilma seria salva da guilhotina.

Ela teria pelo menos 258 dos 513 deputados em seu favor, ultrapassando assim os 172 necessários. Lembrando que eles devem ouvir seus líderes, observando também que os números sempre não são absolutos, porque em política deputados são voláteis em seus interesses “pessoais”. Enquanto isso a oposição teria o apoio de 182 deputados adeptos da idéia do golpe, pois só juntando DEM, PSDB, SD, e PPS já somam 99 deputados. Dos partidos governistas, PT, PCdoB e PSOL já se posicionaram em sua totalidade contra o impeachment. Junto com PDT e Rede, que disseram que vão caminhar na mesma direção, Dilma já tem cem votos garantidos.

Já que o PR se posiciona que seus 34 deputados são a favor de Dilma, a incógnita fica entre PRB, PMDB e o Partido da Mulher Brasileira. Pelos cálculos de seus líderes, o PMDB tem a favor de Dilma cerca de 60% dos parlamentares, 20% contra, e 20% ainda indefinidos. O líder do Partido da Mulher Brasileira (que de mulher parece que não tem nada, pois são 19 homens e uma mulher apenas), garante que tem a favor de Dilma 12 deputados e o resto contra. Em relação ao PRB, ninguém faz cálculos apesar de ter ministério no Governo desde o início, mas é porque esse Partido tem histórico de infidelidade, apesar de ser em nome de “Jesus”.

Pelo visto a proposta de impeachment pode apenas ser para desgastar mesmo, mais ainda o Governo, ou para dá um tiro no próprio pé da oposição no Brasil.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A FRAQUEZA E AS DOENÇAS DE UM LÍDER PEQUENO

Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem  deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...

LITERATURA

 

FHC sobre Cunha: “Se tivesse um pouco mais de visão de Brasil, ele renunciaria”

O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso defendeu nesta segunda-feira (23) o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e afirmou que, se o peemedebista “tivesse um pouco mais de visão de Brasil, ele renunciaria”. Em seguida, FHC disse que Cunha “vai ter de ser renunciado”.  A afirmação foi dada durante entrevista após um seminário sobre Meio Ambiente e Sustentabilidade realizado pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV), em São Paulo.  “A minha posição é clara. Eu já disse há muito tempo que eu achava isso. O presidente da Câmara não tem mais condições morais e nem políticas de continuar exercendo o cargo. Se ele tivesse um pouco mais de visão de Brasil, ele renunciaria. Não tendo, vai ter de ser renunciado”, afirmou o ex-presidente após ser questionado sobre a situação de Cunha.  O presidente da Câmara responde a processo de cassação no Conselho de Ética da Casa, acusado de ter mentido quando afirmou em depoimento à CPI da Petrobras que nã...