Por Genaldo de Melo
É fato incontestável que toda unanimidade é burra, principalmente na política. No caso de Feira de Santana não se pode afirmar categoricamente que haja uma unanimidade na Câmara de vereadores, porque apesar da funcionalidade capenga, ainda existe uma pequena oposição ao neoronaldismo, disfarçado de colbertismo.
Mas a oposição é tão pequena e tão fraca que nem mesmo protocolar determinados atos administrativos consegue. Dada essa situação, quase que se pode afirmar então, que existe uma espécie de unanimidade política de determinadas vontades individuais, que faz com que a maioria quase que absoluta seja representante de "coisas" sem nome.
Mas pelo andar da carruagem e das mudanças de humores da última semana, pode ser que o novo representante do ronaldismo dentro da Prefeitura possa começar a coçar as orelhas, porque Roberto Tourinho não é um neófito que começou na política ontem. Ele pode fazer um “calo de sangue” em quem não conversa com o povo.
Talvez com a contribuição de quem carrega a experiência de já ter feito oposição a um governo em Feira de Santana, uma bancada maior pode começar a dá trabalho a quem não trabalha politicamente, apenas administra o tempo político que tem. Se juntar Nery, Zé Filé, Eremita e Roberto Tourinho, Colbert Martins vai ter que comprar luvas novas!
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