Por Genaldo de Melo

Uma das principais Políticas Públicas de qualquer sociedade séria, que quer ser grande no cenário mundial é o fortalecimento das universidades públicas, com a finalidade de se criar uma geração de cidadãos conscientes dos seus papéis, inteligentes e empreendedores.
Foi assim que os governos dos petistas e aliados consolidaram no Brasil uma política de expansão do ensino de terceiro grau, compreendendo que o crescimento do país passaria necessariamente pela formação acadêmica de seu povo, independentemente de ser rico ou pobre.
Um povo que não estuda o suficiente para compreender o mundo, um povo que não dispõe de cultura o suficiente para compreender sua realidade, é um povo com tendência a ser colonizado culturalmente pelos demais povos que estudam. Por isso que em passado recente foi criado o “Universidade Para Todos”.
Mas o novo governo não compreende dessa forma, e quer que os brasileiros sejam divididos em elite e pobreza, em quem tem o direito a estudar e a quem não merece tal prerrogativa. Foi exatamente essa tese que foi defendida essa semana pelo novo ministro da Educação.
O colombiano Ricardo Vélez Rodríguez (sim, um colombiano!) disse que universidade para todos não existe, que as universidades são para a elite intelectual e não para pobres. Pobre sociedade brasileira, que caiu no conto do vigário dos “bolsonarinhos”...!
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