Por Genaldo de Melo
Essa eleição municipal em Feira de Santana
caracteriza-se pela dúvida enfrentada por muitos eleitores que ainda estão
indecisos, apesar de que determinado Instituto de pesquisa cravou um resultado muito
difícil de acreditar em qualquer parte do mundo, de que mais 95% já tinham
decidido semanas antes em quem votaria para prefeito.
Felizmente não acreditamos em Papai Noel, e
nem em coelhinho da Páscoa, e nem naquela máquina de defesa de interesses de
quem paga mais caro por pesquisa eleitoral, pelo menos aqui na Bahia, que reiteradas
vezes vem insistindo em colocar certos candidatos como massacradores nas urnas,
e que no final eles é que são massacrados.
Outro fato que torna essas eleições
municipais diferentes das outras, é que como não foi lançado para disputa
apenas um nome forte, mas mais de um nome com cabedal eleitoral o suficiente
para se saber que provavelmente a fatura pode não ser resolvida no primeiro turno,
como querem cantadores de músicas, elas se tornam uma verdadeira incógnita.
Outro fator que ocupou as ruas da cidade, e
as comunidades rurais nos últimos momentos que antecedem às eleições, foi a
certeza de que até mesmo eleitores que estavam propensos a votar no candidato
da máquina de propaganda, depois daquela demonstração elementar de que já está
na hora de trocar de nome na Prefeitura, a partir do debate televisivo, simplesmente
mudaram de candidato.
Como a eleição é considerada a chamada
festa da democracia, e existe ainda muita gente que decidirá em quem vai votar
provavelmente na chamada “boca da urna”, nada está decidido ainda, e
provavelmente em Feira de Santana teremos segundo turno pela primeira vez
depois de 16 anos.
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