Por Genaldo de Melo
Marina Silva, é uma figura
política interessante, surgiu como uma promessa de renovação política com o
discurso da defesa na chamada “nova política”, mas quando foi escolher quem
apoiava no segundo turno das eleições presidenciais de 2014, escolheu
exatamente um grupo político que nada tinha a haver com o seu discurso.
E a escolha de apoiar Aécio
Neves, no segundo turno, foi uma escolha estritamente pessoal como comprova os
intelectuais que estão deixando o partido exatamente por suas posturas
personalistas e autoritárias. Ou seja, Marina Silva apresentou-se como mudança
de postura, mas na prática demonstrou ser puramente oportunista, o que fez com
que o seu Partido REDE não lograsse êxito nas últimas eleições municipais.
Depois dos erros políticos que
ela mesma cometeu, agora aparecesse de novo em cena como se nada tivesse acontecido
e diz abertamente nas entrelinhas que quem está errado são os que saem do
partido deixando-a sozinha a ver navios.
Se Marina quisesse ser Presidente
da República ela teria que ser coerente com o que sempre foi no passado sua
história, mas ela mudou feito camaleão e passou já nas últimas eleições a defender
a tese aberta de Estado Mínimo, e dos interesses de quem provavelmente
financiou sua campanha.
Estes se fossem seus amigos
deveriam aconselhar a ela que se quiser começar que comece do zero, que vá ser
no mínimo detentora de uma mandato, mais precisamente que seja candidata a deputada
para que a sociedade brasileira possa ver sua postura política na prática.
Desse modo, ela terá
balizamento para que depois construa as condições para chegar a Presidência da
República, porque por enquanto nada do que ela está fazendo está dando certo,
ou seja, nunca vai ser Presidente da República sendo a pessoa centralizadora,
personalista e autoritária, porque ninguém é boi para carregar a carga dos
outros. Política é fácil somente para quem sabe coordenar politicamente grupo, e pelo visto ela não sabe!
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