Pular para o conteúdo principal

As mentiras que os homens contam

Por Genaldo de Melo
Não se pode dizer que o poder não é coisa boa, pois pelo visto faz com que determinados personagens políticos mudem de opinião como se o povo não tivesse memória para ver os fatos latentes de suas mudanças, somente pelo interesse, o mais puro interesse pelo poder.

Derrotados nas urnas pela chapa de Dilma Rousseff, que tinha também o deselegante Michel Temer como vice decorativo, os tucanos não concordaram com os resultados das urnas, e rapidamente entraram com processo judicial no TSE para inviabilizar a chapa eleita.

Com o novo governo, ilegítimo e incoerente com os resultados das urnas, quem passou a controlar boa fatia do poder dentro do próprio governo foi exatamente o PSDB, e com isso o discurso de “esqueçam o que eu disse e o que eu fiz” passa a vigorar como a mais verdade absoluta para os derrotados nas urnas.

Lógico que com um fator mais agravante ainda, os tucanos estão praticamente todos aqueles de altas plumagens envolvidos nas coisas erradas da Lava Jato, tanto que os maiores caciques caíram na derrocada da impopularidade, e quase todos giram na casa dos 70% de rejeição.

E sabendo que numa eleição indireta eles podem perder o controle de tantos ministérios importantes que estão coordenando, agora o discurso deles é de que para o país é melhor Michel Temer terminar seu miserável governo até dezembro de 2018.

Tanto FHC como Aécio Neves assumiram agora o discurso de que Temer tem que terminar seu mandato assaltado nas sombras escuras dos corredores do Congresso Nacional, porque sabem que não vão conseguir pautar um nome tampão, e devem aproveitar ao máximo o que tem para tentar uma reviravolta para 2018.

É literalmente uma vergonha que homens públicos por interesses particulares mudem de opinião em tão grande rapidez como se o povo fosse ser enfeitiçado pela Globo e pela revistas de propaganda política para esquecer, espaços de opinião que aliás estão tomando a postura de atacá-los, mudando também o discurso pró-forma que tomaram a partir das eleições de 2014 de arrebentar com o Brasil apenas para tirar o PT e seus aliados do governo.

FHC, Aécio Neves, Aloysio Nunes, José Serra, João Dória e outros personagens dos bicos grandes não passam de uma vergonha nacional, pois representam a imoralidade, a falsidade e a incoerência entre o que pregam e o que fazem. Como querem governar o Brasil e os brasileiros se mentem, e somente mentem sempre?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A FRAQUEZA E AS DOENÇAS DE UM LÍDER PEQUENO

Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem  deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...

ONU e Conab assinam acordo para troca de experiências de combate à fome

Por Genaldo de Melo Com o objetivo de fortalecer iniciativas contra a fome e voltadas para a segurança nutricional, representantes do Programa Mundial de Alimentos da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab) assinaram hoje (30) um documento para promover intercâmbio de experiências entre o Brasil  e outros países em desenvolvimento.  Segundo o diretor do Programa de Alimentos da ONU, Daniel Balaban, países da África e da Ásia usarão experiências brasileiras com exemplo para a implantação de programas que devem ajudar no combate à fome, com o fortalecimento da agricultura familiar. Entre as iniciativas citadas por Balaban, os destaques são os programas de aquisição de alimentos do governo brasileiro e o de alimentação escolar, por meio do qual escolas públicas incluem na merenda produtos da agricultura familiar. “O mais importante é que esses países consigam, a partir da experiência brasileira, implantar seus próprios programas...

LITERATURA