Pular para o conteúdo principal

Revistas Veja e Isto É erraram feio com seus espetáculos de circo

Por Genaldo de Melo
Se o juiz Sérgio Moro queria demonstrar imparcialidade na condução das investigações que vem fazendo do ex-Presidente da Republica, Luís Inácio Lula da Silva, a imprensa tradicional parece que não está definitivamente querendo lhe ajudar, ou então está de fato dizendo que Moro tem lado.

Primeiro, que se for para discutir do ponto de político a luta política não é em torno de Lula e Moro, conforme as capas das revistas Veja e Isto É, que colocam os dois como se estivessem prontos para um duelo em ringue de boxe. Um é político e o outro é juiz.

Segundo, ridiculamente Isto É veste os dois com as cores dos partidos que nos últimos anos se digladiaram nas urnas, o PSDB e o PT. Moro com as cores amarelo e azul do tucanos e Lula de vermelho como petista. Coisa mais ridícula para uma imprensa que se diz jornalismo sério, como se estivesse vivendo um espetáculo, em que o juiz Sérgio Moro não é juiz, mas um combatente boxeador de ringue!

E Sérgio Moro parece que despido da toga está assimilando o conceito de luta política em suas ações, porque gravar um vídeo (para seus apoiadores não irem às ruas) como se precisasse de apoio para encaminhar suas ações, deixou de ser praticamente um magistrado para caçar números. Pelo que se sabe ele não precisa de gente para apoiar o que deve e o que não deve ser feito do ponto de vista jurídico. Ele é juiz e deve simplesmente cumprir o reza os cânones jurídicos desse país, e ter consciência de que seu papel não é ser herói de revistas que se dizem jornalísticas.

Estão errando feio nesse país e caminhando numa corda bamba perigosa, porque se querem fazer política vão às urnas e deixem de ter medo de apenas um homem só. O povo cansa de tanto espetáculo circense!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A FRAQUEZA E AS DOENÇAS DE UM LÍDER PEQUENO

Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem  deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...

LITERATURA

 

A cada dia aumenta o número de pré-candidatos em Feira de Santana, agora é Dilton Coutinho

Por Genaldo de Melo Mais um nome entra na fogueira das discussões e cogitações para ser candidato ao Paço Municipal em Feira de Santana, e o assunto não deixa de ser cogitado hoje em rodas de conversas, jornais, sites e blogs, além do mundo política da cidade. Dessa vez surge como candidato o radialista Dilton Coutinho, nome bastante conhecido nos meios de comunicação local. Ontem em entrevista no seu programa Acorda Cidade na rádio Sociedade de Feira FM o deputado federal Fernando Torres (PSD) disse ser pré-candidato a prefeito, mas caso Dilton resolva ser do mesmo modo, ele oferece seu partido para abrigar o comunicador como candidato: “Eu sou pré-candidato a prefeito de Feira de Santana, mas se você for Dilton Coutinho eu abro mão. O PSD está a sua disposição amigo Dilton Coutinho”, disse Fernando Torres, presidente do PSD no município. Do mesmo modo a discussão apareceu ontem na Câmara de Vereadores pela vereadora Eremita Mota (PDT e pelo vereador David Neto (PTN).