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A esquerda está crescendo cada vez mais no Brasil, segundo Datafolha

Por Genaldo de Melo
A grande maioria absoluta dos brasileiros não sabe a diferença entre o que é esquerda e nem o que é direita na política, até mesmo porque as pessoas acham que política é apenas o processo eleitoral em si. Mas uma coisa é certa, os brasileiros sabem exatamente a diferença entre governos que dividem o Estado para todos e governos que defendem o Estado apenas para 1% da população.

Definitivamente a cada vez que se passa, a cada nova investida da direita brasileira, através da “pinguela” Michel Temer, na retirada de direitos e na apresentação de projetos de lei que mudam a configuração do Estado, para que funcione apenas em função dos ricos desse país, a popularidade de Michel Temer cai e o povo começa a ter consciência da diferença entre os projetos do programa da esquerda brasileira, e os projetos da direita brasileira.

Por isso que em qualquer pesquisa que seja feita hoje a população já é majoritariamente identificada com a proposta da esquerda, conforme comprova a última pesquisa feita pela Datafolha, conforme apresentado em texto do Site “Nocaute”, que repasso abaixo para a leitura.


Datafolha: Cresce o apoio a ideias de esquerda no Brasil (Nocaute)

Aumenta o número de pessoas que acreditam que a pobreza é falta de oportunidades iguais para todos
A população no Brasil está se identificando mais com as ideias de esquerda, ultrapassando o crescimento do apoio às ideias conservadoras. É o que indica a pesquisa Datafolha, divulgada pela Folha de S.Paulo nesta segunda-feira (3/7).
A pesquisa não questiona sobre partidos políticos, mas trabalha com perguntas que possam demarcar diferenças esquerda e direita, tanto em aspectos econômicos como comportamentais. Assim, agrupa os eleitores de acordo com cinco posições na escala ideológica: esquerda, centro-esquerda, centro, centro-direita e direita. As questões são, por exemplo, sobre percepção em relação à desigualdade, aos reflexo da crise econômica e ao desemprego.
O último levantamento sobre identificação ideológica havia sido feito em setembro de 2014. Segundo a edição mais recente, 77% das pessoas acreditam que a pobreza está relacionada à falta de oportunidades iguais para todos, enquanto, em 2014, este número era 58%. O número dos que acreditam que pobreza é resultado de preguiça para trabalhar diminuiu de 37% para 21%.
A rejeição à pena de morte subiu de 52% para 55%, a tolerância aos homossexuais cresceu de 64% para 74% e a aceitação de migrantes pobres passou de 63% para 70%.
O Datafolha realizou 2.771 entrevistas entre os dias 21 e 23 de julho de 2017.

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