Pular para o conteúdo principal

Deputado baiano não quer seu partido como barriga de aluguel para os outros

Por Genaldo de Melo
Ilustração vetorial de tesoura
A brutalidade política em certas personalidades parece que não deixa de ser uma marca nem mesmo em momentos de adversidades, que não se cabe fazer isso para não se perder pontos e espaços importantes no mundo político.

Mesmo com todos os problemas que Geddel Vieira Lima enfrenta com a justiça brasileira por causa da famosa Operação Cui Bono, parece que seu irmão o deputado federal baiano, Lúcio Vieira Lima, não consegue se adaptar à realidade dos fatos, em não querer abandonar os costumes.

Mesmo vendo o projeto pensado durante muito tempo para que Geddel pudesse finalmente chegar a uma cadeira no Senado Federal, escorrendo pelos ralos da história, ele parece que não gostou de ouvir notícias da imprensa tradicional de que dois proeminentes quadros que são seus aliados poderiam se filiar ao seu PMDB para ser candidato ao Senado.

Bateu forte! Pelo visto deve está tão forte politicamente que não aceita outros senão aqueles que provavelmente devem receber ordens políticas. Trata-se do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, e do deputado federal, atual Ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy.

Segundo o deputado federal Lúcio Vieira, o PMDB que ele coordena junto com o irmão na Bahia não é barriga de aluguel para resolver os problemas de outros partidos. Parece que o deputado está muito forte mesmo para não querer quadros do quilate desses homens de oposição a Rui Costa na Bahia.

Como a história é a prova dos nove, e tem sido cruel para alguns quadros do mundo político com muitos votos, mas que rejeitam os votos dos outros em seus espaços, somente ela é que poderá dá a resposta. Lógico, não esquecendo que ele é aliado do atual presidente, Michel Temer!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A FRAQUEZA E AS DOENÇAS DE UM LÍDER PEQUENO

Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem  deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...

LITERATURA

 

A cada dia aumenta o número de pré-candidatos em Feira de Santana, agora é Dilton Coutinho

Por Genaldo de Melo Mais um nome entra na fogueira das discussões e cogitações para ser candidato ao Paço Municipal em Feira de Santana, e o assunto não deixa de ser cogitado hoje em rodas de conversas, jornais, sites e blogs, além do mundo política da cidade. Dessa vez surge como candidato o radialista Dilton Coutinho, nome bastante conhecido nos meios de comunicação local. Ontem em entrevista no seu programa Acorda Cidade na rádio Sociedade de Feira FM o deputado federal Fernando Torres (PSD) disse ser pré-candidato a prefeito, mas caso Dilton resolva ser do mesmo modo, ele oferece seu partido para abrigar o comunicador como candidato: “Eu sou pré-candidato a prefeito de Feira de Santana, mas se você for Dilton Coutinho eu abro mão. O PSD está a sua disposição amigo Dilton Coutinho”, disse Fernando Torres, presidente do PSD no município. Do mesmo modo a discussão apareceu ontem na Câmara de Vereadores pela vereadora Eremita Mota (PDT e pelo vereador David Neto (PTN).