Por Genaldo de Melo

Não foi novidade para ninguém o propalado
anúncio da unificação das forças que promoveram o golpe de Estado no Brasil em
torno de Geraldo Alckmin, principalmente quando a maioria dessas corporações
partidárias e seus membros dependem de cargos e estruturas do Governo Federal,
coordenado por Michel Temer e seu pitbull Carlos Marun.
Estes
poderosos que são, decidem para que lado vai cada força política, como deixou bastante claro o
próprio Marun em grupo de WhtsApp do MDB, ou seja, o chamado Centrão foi para o
lado de Alckmin por decisão do próprio Temer, que os chantageou com a perda dos
cargos e estruturas caso não assim o fizessem.
E cada vez vai ficando mais claro aquele
projeto inicial de Temer de tentar viabilizar o plano de ganhar as eleições com
um tucano para ser embaixador nas “europas”, e de novo ter Henrique Meirelles
como poderoso Ministro da Fazenda.
A campanha vai ser o seguinte: Meirelles
candidato para defender Temer, mas este apóia o tucano por baixo do pano, que
vai lhe dá muitas pancadas para o povo pensar que realmente estão separados
politicamente. O problema deles é que tem que acertar com o povo que é quem
realmente vota!
Comentários
Postar um comentário