Por Genaldo de Melo

A grandeza política da pré-candidata à presidência Manuela D’Ávila (PCdoB) deve servir de exemplo para que as demais forças políticas do campo progressista possam dialogar a possibilidade real da unidade em torno de apenas um nome e um projeto político de nação, nesse momento em que todas as forças políticas que promoveram o golpe de Estado e criou toda essa crise por qual passa nosso país se unificou em torno do “picolé de chuchu”’ Geraldo Alckmin (PSDB).
Manuela e seu partido deu uma clara demonstração de que o nome dela como pré-candidata não é para ficar brincando de fazer política, mas para de fato procurar as alternativas corretas que possam mais uma vez colocar as forças políticas brasileiras, que de fato fazem política em favor do Brasil e de seu povo e não de interesses internacionais, na coordenação política do Estado Brasileiro.
Manuela ao chamar os partidos co-irmãos para o dialogo e o debate em torno da unidade prova que ela reconhece que existe a possibilidade real do risco de um desastre eleitoral de todas as forças progressistas, e do mesmo modo, enxerga que a unidade em torno de apenas um nome define um cheque-mate ainda no primeiro turno. Agora cabe ao PT, ao PDT, ao PSB e ao PSOL começar a pensar da mesma forma!
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