Acostumado a conviver com uma rotina de treinos e competições desgastante e dolorosa, como a de qualquer outro lutador de MMA, Ray Elbe descobriu outro significado para a palavra sofrimento. O atleta, eliminado na rodada eliminatória inicial do TUF 9 dos EUA, “fraturou” o pênis há cerca de duas semanas, quando praticava relação sexual com a namorada. O incidente ocorreu em Kuala Lumpur (Malásia), onde o casal passava férias.
“Acabei fraturando meu osso peniano, e vocês podem imaginar meu choque e o horror. Pulei fora do momento íntimo, mas o sangue estava jorrando pela minha virilha. Tentei correr para o chuveiro, e percebi que estava perdendo a consciência. Quando ia voltar para a cama, caí no chão. Ganhei dez pontos no queixo e alguns dentes quebrados. Minha namorada estava desesperada, pois estávamos em um país em que ninguém falava inglês, mas ela conseguiu fazer com que o pessoal da recepção chamasse ajuda”, descreveu Ray, em vídeo publicado por ele próprio para explicar o caso. Leia também: Cigano compara título mundial do Timão à conquista do cinturão do UFC
Também segundo o lutador, que tem 23 vitórias e 11 derrotas no cartel, o acidente foi causado por um momento de empolgação da parceira, que estava por cima dele durante o ato e não foi cuidadosa no movimento de subir e descer. Elbe está urinando através de uma sonda que transfere o líquido para um reservatório acoplado à canela dele. No vídeo, ele o esvazia abrindo uma torneira e liberando o conteúdo num jarra.
Obs.: não é efetivamente possível fraturar o pênis, uma vez que no órgão sexual masculino não há osso ou cartilagem. O tremo é usado coloquialmente para descrever a lesão causada pelo rompimento da túnica albugínea, que envolve os corpos cavernosos do membro.
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Defesas pedem que STF vote sobre prisão imediata dos condenados no mensalão
O tema chegou a ser abordado na última sessão do julgamento, na segunda-feira, mas o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, retirou o pedido afirmando que gostaria de fundamentar melhor antes de reapresentá-lo, o que poderia ocorrer durante o recesso do Judiciário, permitindo uma decisão monocrática do presidente da corte, Joaquim Barbosa.
Segundo os advogados Márcio Thomaz Bastos, José Carlos Dias e Maurício Campos, que representam os condenados José Roberto Salgado, Kátia Rabello e Vinícius Samarane, o tema constou nas alegações finais da denúncia e foi citado inúmeras vezes ao longo do julgamento, por isso deveria ser tema de deliberação colegiada.
"O fato de o PGR ter retirado o pedido (na sessão de segunda) demonstra a falta de urgência nas prisões", afirmou Campos.
As defesas pedem que o tema seja tratado nesta quarta, na última sessão plenária do ano, ou fique para depois do recesso do Judiciário, em fevereiro.
O advogado do deputado condenado João Paulo Cunha (PT-SP), Alberto Toron, também entrou com pedido semelhante.
O temor das defesas é que Gurgel aproveite o recesso do Judiciário para fazer novo pedido de prisão e que Barbosa, numa decisão monocrática, sem a participação dos demais ministros, aceite. (Reportagem de Ana Flor)
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Número de divórcios no país cresce 45,6% em 2011
Por Nielmar de Oliveira, repórter da Agência Brasil
Com a alteração, os prazos prévios para requerimento de divórcios foram suprimidos o que possibilitou, sem maiores requisitos burocráticos, a dissolução das uniões formais. Esse fator foi, na avaliação do IBGE, “primordial também para que, no cotidiano, o divórcio se tornasse, de vez, a forma efetiva de dissolução dos casamentos, sem etapas prévias necessárias”.
Para o gerente da pesquisa, Cláudio Crespo, as alterações na lei foram fundamentais para o aumento expressivo no número de divórcios no país. “Com as mudanças, uma pessoa que casou na semana passada pode se divorciar hoje. Antes, isto era impossível. Era necessário ter um ano de casado para solicitar um processo de separação ou dois anos para entrar com o divórcio direto. E a Lei suprimiu a necessidade de ter um processo de separação e todos os prazos foram eliminados”, disse.
Em entrevista à Agência Brasil, Crespo ressaltou ainda a retirada da exigência de um motivo específico para a concretização da separação. “Essa decisão, especificamente, elimina a perspectiva da atribuição de culpa para um dos requerentes. E esse foi um fator primordial para que a taxa de divórcio tivesse registrado essa elevação que teve em 2011.”
Para Crespo, 2011 foi um ano atípico: “Evidentemente que a cada mudança na legislação que torne mais rápido o processo, há um crescimento no número de divórcio porque ele se torna mais rápido e mais fácil. Mas, no ano passado, o número de divórcios foi um tanto quanto maior”.
Na avaliação de Crespo, mesmo que haja queda no número de divórcios dentro de alguns anos, o patamar continuará acima do estabelecidos em 2009, quando a taxa de divórcio era 1,4 para cada grupo de mil habitantes. Hoje, essa taxa chega a 2,6 divórcios para cada grupo de mil habitantes.
As Estatísticas do Registro Civil são publicadas no país desde 1974. Os dados de separações e de divórcios ocorridos no país foram incorporados ao conjunto de temas em 1984.
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Análise: mercado vê motivação comercial em embargos à carne do Brasil
Roberto Samora e Fabíola Gomes
Da Reuters, em São Paulo
O Brasil, maior exportador global de carne bovina, é vítima atualmente de uma campanha de importadores com motivações mais comerciais do que técnicas, afirmam especialistas e fontes da indústria.
Alguns compradores da carne brasileira estão usando um caso não-clássico de mal da vaca louca, registrado em 2010 e que não oferece riscos à saúde humana ou ao rebanho, como argumento para renegociar preços num momento em que o mercado global vive uma situação de aperto e alta nas cotações, dizem analistas.
Desde que o governo brasileiro anunciou o caso atípico EEB (Encefalopatia Espongiforme Bovina, como é conhecida formalmente a doença), seis importadores de carne bovina brasileira anunciaram embargos totais ou parciais ao produto do país, gerando preocupações sobre os impactos para as vendas externas do país.
Apenas um embargo, o da Arábia Saudita, pode ter algum impacto mais relevante --já que o do Egito (outro importante importador) é parcial, restringindo-se ao Paraná. Mas ainda assim essas barreiras não deverão se alongar por muito tempo, uma vez que não têm embasamento técnico, dizem os especialistas.
"Acredito que isso acaba tendo um viés que parece ser mais comercial, é um mecanismo de você negociar com o seu fornecedor, muito mais do que um problema de ordem sanitária", disse Nadia Alcantara, gerente técnica da Informa Economics FNP.
Segundo a especialista, se houvesse algum risco, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) não teria mantido o status sanitário do Brasil em risco insignificante para EEB.
"Se trouxesse algum risco para a saúde humana, com certeza a OIE não manteria o risco do Brasil", completou Nadia.
"Considerando que um dos maiores fornecedores de carne para a Arábia Saudita e Egito é a Índia, que quase não tem qualquer precaução ou regulação sanitária, eu entendo que a motivação é comercial", o analista da Safras & Mercado Paulo Molinari.
"Eles estão tentando enfraquecer os preços", acrescentou.
Movimentos pontuais
Para a analista da FNP, entretanto, o apertado mercado mundial, com Estados Unidos e Austrália atravessando um período de baixa oferta bovina, não permitirá que os embargos à carne do Brasil continuem --os brasileiros, ao contrário, têm recuperado competitividade no mercado internacional pelo câmbio e por uma oferta relativamente mais folgada de animais para abate.
"À medida que isso vai ficando mais claro, os movimentos vão ser pontuais. Pode ser que algum país tenha mais força, mas acho que isso vai ser temporário (o embargo). Não acredito em prejuízo de médio e longo prazos, acredito que o impacto vai ser mínimo", concluiu a analista da FNP.
Entretanto, no curto prazo, enquanto embargos como o da Arábia Saudita continuarem, algum impacto nas exportações brasileiras poderá ser registrado.
Ela avaliou ainda que maiores perdas poderão ser registradas se outros países continuarem seguindo os anúncios de barreiras. "O problema é se isso começa dominar outros países. Uma preocupação é o Chile, o Irã... o risco disso é contaminar outros importadores.", disse Nadia.
O principal motivo para os questionamentos de compradores é a descoberta do príon--proteína causadora da doença--, ponderou um outro analista de mercado, acrescentando, no entanto, que a questão comercial também é uma das razões para embargos.
"Deve ter algum interesse econômico, político, talvez para tentar renegociar algum tipo de carga daqui para lá... Tudo o que abra brecha, no momento em que a gente está, de crise econômica, não tem nada de concreto", disse o analista que pediu para não ser identificado.
Neste caso, disse ele, a pressão por preços mais baixos viria sobretudo durante a retomada das compras pelos países importadores.
Setor privado
O presidente da União Nacional da Indústria e Empresas da Carne (Uniec), Fernando Victer, considera que a mobilização do governo e o status do país no que se refere à questão sanitária devem "produzir o rápido restabelecimento da posição do Brasil".
Ele descarta razões comerciais para as medidas recentes e afirma que tal medida seria um "tiro no pé".
"O Brasil é um grande fornecedor do mercado. Quando o Brasil sai, a oferta de carne cai e a tendência é elevar preço... Não vejo como razoável que os demais países estejam em uma orquestração para prejudicar a oferta de carne brasileira", afirmou Victer.
Para o presidente da Associação das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antonio Camardelli, é preciso considerar o perfil histórico destes países.
"O Japão não é novidade tomar uma medida destas. Ele nunca seguiu as regras da OIE, nunca nos autorizou para carne in natura... um país que levou quase 14 anos para liberar a manga", disse Camardelli.
Ele lembra que quando houve aquele problema grave de tsunami, as autoridades japonesas foram rápidas em pedir que os países não fossem muito drásticos em solicitar análises de radiação. "E o Brasil deu sua demonstração. Então a regra vale para eles, mas não para nós?", questionou.
Sobre a África do Sul, ele não descarta uma medida protecionista, a exemplo do que aconteceu durante o episódio da aftosa no Brasil.
"O processo (de embargos) é prejudicial. Este tipo de litígio só perturba o consumidor", observou.
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Prisão imediata de Dirceu é inconstitucional, diz defesa
MÁRCIO FALCÃO FELIPE SELIGMAN DE BRASÍLIA
A defesa do ex-ministro José Dirceu entrou com um pedido nesta terça-feira (18) no STF (Supremo Tribunal Federal) solicitando que o plenário do tribunal decida quando começam as prisões dos condenados no julgamento mensalão.
O ex-ministro foi condenado a dez anos e dez meses de prisão por corrupção ativa e formação de quadrilha.
Homem forte do governo Lula, ele foi condenado por ter articulado o esquema de desvio de recursos públicos que foi utilizado na compra de apoio político do Congresso no início da gestão petista. "Ocorre que se avizinha o recesso judiciário e o plenário não mais se reunirá. No mérito e sob todos os aspectos possíveis, essa prisão cautelar é flagrantemente inconstitucional. E, caso a PGR reapresente o malfadado pedido de prisão cautelar durante a paralisação das atividades do plenário, o pleito evidentemente não poderá ser apreciado pelo excelentíssimo presidente em exercício, uma vez que faltará o indispensável requisito de urgência", afirma.
O advogado diz que ao "impedir" o plenário de decidir a questão, o procurador "escancarou que não há urgência em seu pedido preventivo".
Ontem, no encerramento do caso, Gurgel solicitou mais tempo para formular seu novo pedido de prisão imediata dos condenados. O pedido de Gurgel foi interpretado como uma estratégia para deixar a decisão com Barbosa, já que nos bastidores integrantes da corte apontavam que o pedido deveria ser rejeitado pelo plenário.
Além da defesa de Dirceu, também apresentaram o pedido para definição da prisão os advogados do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), dos três réus ligados ao Banco Rural, do ex-presidente do PT José Genoino, e do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato.
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Lula descarta candidatura durante ‘visita solidária’ de governadores
Ex-presidente recebeu políticos de oito Estados que vieram a São Paulo manifestar apoio contra as recentes denúncias; bancada do PT também realizou ato de desagravo em Brasília
Ricardo Galhardo- iG São Paulo
Em reunião na qual recebeu manifestações de solidariedade de governadores em função das denúncias feitas pelo empresário Marcos Valério de Souza, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva descartou a possibilidade de se candidatar nas eleições de 2014, disse estar preocupado com a vulnerabilidade de futuros governantes e defendeu empenho pela aprovação da reforma política, principalmente do financiamento público de campanhas eleitorais.
Governadores de oito Estados vêm a São Paulo para prestar solidariedade a Lula
“Na verdade o presidente está preocupado com o futuro do Brasil e com a reforma política. Ele disse que não tem intenção de ser candidato, mas está preocupado”, afirmou o governador do Amapá, Camilo Capiberibe (PSB), um dos participantes do encontro que reuniu outros sete governadores no Instituto Lula.
Em Brasília, a bancada o PT realizou um ato de desagravo ao ex-presidente e muitos parlamentares defenderam a candidatura de Lula à Presidência em 2014. Em meio aos discursos inflamados, não faltaram as entoações do tradicional hino lulista “Olê,olê, olê, olá, Lula, Lula” e o mais recente bordão adotado pelo partido: “O Lula é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo”.
No encontro em São Paulo, Lula, segundo Capiberibe, cobrou empenho dos partidos políticos para aprovação da reforma já que os atuais ocupantes de cargos eletivos não teriam interesse em alterar o sistema eleitoral. “Neste momento, quem está no exercício do poder não quer necessariamente uma mudança. Por isso é preciso uma força de vontade muito grande dos partidos”, disse Capiberibe.
Resposta: 'Não posso acreditar em mentira’, diz Lula sobre acusações de Valério Os governadores foram cuidadosos ao falar do motivo da reunião - o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), chegou a falar em “um encontro de alegria” - mas admitiram preocupação com as denúncias de Marcos Valério contra Lula. “Por que depois de sete anos de investigações surgem estas denúncias? Isso pairou no ar. Se estamos aqui é porque acreditamos nisso”, afirmou o governador do Amapá.
Único representante da oposição no encontro, o governador de Alagoas, Teotonio Vilela Filho (PSDB), defendeu a necessidade de reduzir o calor do ambiente político. “Lula tem grandes serviços prestados ao Brasil assim como Fernando Henrique Cardoso. São grandes homens que dão credibilidade ao Brasil no mundo todo e precisam ser preservados. Não é uma denúncia como esta do Marcos Valério que vai desmanchar isso. É importante fazer o que estamos fazendo aqui independentemente de ideologia ou partido político, mas em torno de princípios que venham pacificar e construir”, afirmou.
O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), foi na mesma linha. “O que é preciso agora é de alguém que diga calma”, disse ele.
Organizador do encontro, o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), defendeu a valorização da disputa política e fez uma autocrítica em relação às divergências com o Judiciário. Em grande parte isso que está acontecendo é responsabilidade nossa, pois delegamos a outras instituições nossas próprias responsabilidades”, disse.
Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...
Por Genaldo de Melo O governo de Michel Temer, o mais impopular de história republicana, que já gastou R$ 29,8 milhões em propaganda tentando se viabilizar politicamente, resolveu mostrar suas unhas e seus punhais, principalmente para os servidores públicos federais. Com o monitoramento que seus assessores fizeram da mobilização que acontecerá dia 28 de abril pelo país afora, resolveu que vai cortar o ponto de quem participar da mesma. Ou seja, com isso se prova dois pontos elementares desse governo ilegítimo. O primeiro, que o governo chegou a conclusão de que nunca teve povo ao seu lado, e nem nunca vai ter, principalmente porque está impondo uma agenda neoliberal sem debater com a sociedade. Ou seja, o povo vai prá rua contra seu governo e suas reformas, porque já compreendeu que ele quer mesmo é que o povo se arrebente, porque não gosta mesmo dele. Segundo, ele agora resolveu que como não teve votos para ser Presidente da República pode fazer o que quiser com o pov...
Por Genaldo de Melo Mais um nome entra na fogueira das discussões e cogitações para ser candidato ao Paço Municipal em Feira de Santana, e o assunto não deixa de ser cogitado hoje em rodas de conversas, jornais, sites e blogs, além do mundo política da cidade. Dessa vez surge como candidato o radialista Dilton Coutinho, nome bastante conhecido nos meios de comunicação local. Ontem em entrevista no seu programa Acorda Cidade na rádio Sociedade de Feira FM o deputado federal Fernando Torres (PSD) disse ser pré-candidato a prefeito, mas caso Dilton resolva ser do mesmo modo, ele oferece seu partido para abrigar o comunicador como candidato: “Eu sou pré-candidato a prefeito de Feira de Santana, mas se você for Dilton Coutinho eu abro mão. O PSD está a sua disposição amigo Dilton Coutinho”, disse Fernando Torres, presidente do PSD no município. Do mesmo modo a discussão apareceu ontem na Câmara de Vereadores pela vereadora Eremita Mota (PDT e pelo vereador David Neto (PTN).
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