Pular para o conteúdo principal

Vamos ser todos a favor da internet livre e aberta, agora!

O que está em jogo?

Um mundo livre e aberto depende de uma Web livre e aberta

A Internet dá autonomia a todos, pois qualquer pessoa pode falar, criar, aprender e compartilhar. Ela não é controlada por ninguém, nenhuma organização, indivíduo ou governo. Ela conecta o mundo. Hoje, mais de dois bilhões de pessoas estão on-line, quase um terço do planeta.

Mas nem todos os governos apoiam a Internet livre e aberta.

Há uma repressão crescente da liberdade na Internet. Quarenta e dois países filtram e censuram conteúdos. Apenas nos últimos dois anos, os governos aprovaram 19 novas leis que ameaçam a liberdade de expressão on-line.

Alguns desses governos tentarão usar uma reunião a portas fechadas em dezembro para regulamentar a Internet.

A União Internacional de Telecomunicações (UIT) está reunindo reguladores de todo o mundo para renegociar um tratado de comunicações estabelecido há décadas.

As alterações propostas para o tratado podem instaurar a censura e ameaçar a inovação.

Algumas propostas podem permitir que os governos censurem o discurso legítimo ou até mesmo permitir que eles cortem o acesso à Internet.
Outras propostas exigem que serviços como YouTube, Facebook e Skype paguem novas taxas para que possam alcançar pessoas em outros países. Isso pode limitar o acesso à informação, em especial nos mercados emergentes.

A UIT é o local errado para tomar decisões sobre o futuro da Internet.

Apenas os governos têm voz na UIT. Isso inclui os governos que não apoiam uma Internet livre e aberta. Engenheiros, empresas e pessoas que constroem e usam a Web não têm voto.
A UIT também é sigilosa. A conferência sobre o tratado e as propostas são confidenciais.

A política relativa à Internet deve funcionar como a Internet: aberta e inclusiva.

Os governos por si sós não podem determinar o futuro da Internet. Os bilhões de pessoas em todo o mundo que usam a Internet, bem como os especialistas que a desenvolvem e a mantêm, devem ser incluídos.
Por exemplo, no Fórum de Governança da Internet, qualquer pessoa pode participar e dar sua opinião, ou seja, um membro do governo tem a mesma influência que um indivíduo qualquer.

Pessoas de todo o mundo estão defendendo a liberdade.

Usuários, especialistas e organizações de todo o mundo expressaram sua oposição aos governos que regulamentam a Internet através da UIT.

Apóie a Internet livre e aberta.

"Um mundo livre e aberto depende de uma Internet livre e aberta. Os governos por si sós não podem determinar o futuro da Internet. Os bilhões de pessoas em todo o mundo que usam a Internet, bem como os especialistas que a desenvolvem e a mantêm, devem ser incluídos."

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A FRAQUEZA E AS DOENÇAS DE UM LÍDER PEQUENO

Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem  deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...

ONU e Conab assinam acordo para troca de experiências de combate à fome

Por Genaldo de Melo Com o objetivo de fortalecer iniciativas contra a fome e voltadas para a segurança nutricional, representantes do Programa Mundial de Alimentos da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab) assinaram hoje (30) um documento para promover intercâmbio de experiências entre o Brasil  e outros países em desenvolvimento.  Segundo o diretor do Programa de Alimentos da ONU, Daniel Balaban, países da África e da Ásia usarão experiências brasileiras com exemplo para a implantação de programas que devem ajudar no combate à fome, com o fortalecimento da agricultura familiar. Entre as iniciativas citadas por Balaban, os destaques são os programas de aquisição de alimentos do governo brasileiro e o de alimentação escolar, por meio do qual escolas públicas incluem na merenda produtos da agricultura familiar. “O mais importante é que esses países consigam, a partir da experiência brasileira, implantar seus próprios programas...

LITERATURA