ONU retira parte de seu pessoal na Síria
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11 horas atrás, AFP
Depois que funcionários da ONU foram alvo de ataques na Síria, a Organização resolveu retirar parte da equipe que está no país.Vinte e cinco de 100 membros da ONU que estão em Damasco poderão partir ainda esta semana. SONORA 2 Martin Nesirky - porta-voz do Secretário Geral da ONU - Ban Ki-moon "Eu posso dizer-lhe também que a ONU também vai suspender as missões no país até segunda ordem."Para a Liga Árabe, a disputa pelo poder na Síria pode estar no fim. O secretário-geral, Nabil al-Arabi, disse nesta segunda-feira que o regime sírio pode cair "a qualquer momento" por causa do avanço das forças da oposição.Enquanto isso, os esforços diplomáticos para pôr fim ao conflito se intensificam. O presidente russo, Vladimir Putin, se reuniu em Istambul, com o primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.Putin afirmou que a Rússia não está defendendo o atual regime da Síria, mas se preocupa com o futuro do país. SONORA 1 Vladimir Putin - Presidente da Rússia“Por enquanto não conseguimos encontrar métodos e soluções comuns para resolver a situação na Síria. A Rússia vai continuar em contato com a Turquia para ajudar a trazer a normalidade de volta ao território sírio. Nossos ministros das Relações Exteriores vão trabalhar em conjunto para chegar a este objetivo”.Nesta segunda-feira, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, advertiu o presidente sírio, Bashar al-Assad, sobre uma possível utilização de armas químicas. Hillary afirmou que os americanos vão reagir caso bombas desse tipo sejam usadas pelo governo da Síria.
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Eduardo Bandeira de Mello bate Patrícia Amorim e é o novo presidente do Flamengo
Candidato de oposição superou a atual mandatária nesta segunda-feira na contagem das duas primeiras urnas
Por Esporte Interativo | Yahoo! Brasil
Eduardo Bandeira de Mello presidirá o Flamengo pelos próximos três anos (Foto: Reprodução site oficial Flamengo)
Chega ao fim a era Patrícia Amorim na gestão do clube do Flamengo. Depois de três anos de acertos na sede social e nos esportes olímpicos e muitos erros nos departamentos de futebol e marketing, a presidenta deu como encerrada a apuração da eleição desta segunda-feira ao terminar a apuração da segunda das três urnas, com um total de 697 votos para ela, contra 1089 para Eduardo Bandeira de Mello, da Chapa Azul. O terceiro candidato, Jorge Rodrigues, somava 268 votos restando uma urna para ser apurada.
A campanha de Eduardo Bandeira de Mello teve o apoio de Zico, maior ídolo do Flamengo, que foi ovacionado por torcedores e partidários da Chapa Azul ao chegar ao clube para votar.
"Os desafios são enormes. E o principal é transformar o Flamengo em uma potência do tamanho de sua torcida. Isso envolve futebol e marketing. Queremos tornar o Flamengo do tamanho que essa torcida merece", disse o novo presidente, em entrevista coletiva, após o anúncio de sua vitória nas urnas.
Oito candidatos iniciaram a corrida eleitoral, mas só dois fizeram todo o percurso e, após mudanças de nome e desistências, as chapas lideradas por Bandeira de Mello, Patrícia Amorim e Jorge Rodrigues permaneceram na disputa. O novo presidente do clube rubro-negro substituiu Wallim Vasconcelos, cuja candidatura foi impugnada pelo Conselho de Administração do Flamengo. Bandeira de Mello, que será presidente do clube pelos próximos três anos, assume o cargo em janeiro.
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João Pedro Pitombo e Mário Bittencourt, A Tarde
O fechamento de 12 unidades da Vulcabras Azaleia, anunciado na última sexta-feira, terá um impacto devastador na economia dos seis municípios-sede das fábricas. Ao todo, foram quatro mil trabalhadores demitidos. Na pequena Firmino Alves, na microrregião de Itabuna, o fechamento da fábrica deixará desempregada cerca de 80% da mão de obra formal da cidade. Segundo dados do Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), do Ministério do Trabalho, Firmino Alves tem 693 empregos formais, dos quais 570 estão na unidade da Azaleia. Em Itororó, também na região de Itapetinga, o impacto na mercado formal é da ordem de 60%. Dos 2.068 empregos formais, 1.242 estão na indústria calçadista. A situação não é diferente em cidades como Caatiba, Itambé, Macarani, cujas economias estão fortemente calcadas na produção de calçados. Em Itapetinga, cidade-sede da Azaleia na Bahia, o impacto tende a ser menor, já que a matriz continua em funcionamento. Leia mais em A Tarde.
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Número de ataques a bancos já é 51% maior em relação a 2011
Miriam Hermes, A Tarde
Foto: Ag. A Tarde
Líder dos bancários cobra do Estado ações mais enérgicas
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Planalto chama “aliados” para apagar incêndios
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
Ideli Salvatti
Coordenadora política de Dilma Rousseff, a ministra Ideli Salvatti chamou ao Planalto os líderes dos partidos que dão suporte congressual ao governo. O encontro ocorrerá na manhã desta terça-feira (4). Será uma conversa ao redor do fogo. O governo tenta livrar-se de emboscadas legislativas de final de ano. Quer evitar, por exemplo, a aprovação do fim do fator previdenciário. Os aliados informarão que surgiu no horizonte uma encrenca maior. Cogita-se usar uma medida provisória de Dilma para ressuscitar o trecho vetado pela presidente na lei dos royalties. A MP irá à Câmara para destinar 100% dos dividendos petrolíferos à educação. Porém… Trama-se enganchar no texto um artigo que reescreve o texto que Dilma vetou. Quer dizer: as jazidas petrolíferas já licitadas voltariam a entrar no bolo a ser partilhado por Rio e Espírito Santo com os Estados sem óleo. Ideli vai precisar de muita água. Leia mais no Blog do Josias.
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“Injustiça e exclusão” ainda são marcas nos países do Mercosul, diz Gilberto Carvalho
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República
Os países do Mercosul ainda estão distantes de atingir o chamado governo participativo, avaliou Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, ao participar nesta segunda-feira (3) da mesa de debates Democracia Participativa e Cidadania: O Papel dos Governos Democráticos, evento preparatório para a 14ª Cúpula Social do Mercosul que ocorrerá de 4 a 6 de dezembro, em Brasília. “Estamos muito longe ainda de atingirmos o nosso sonho. Injustiça e exclusão são marcas muito presentes em nossos governos. As chamadas democracias participativas estão muito longe de serem conseguidas, sobretudo no que diz respeito à participação política e à economia”, disse. Carvalho destacou que o Brasil avançou no que diz respeito ao combate à exclusão. O tema entrou em pauta, a partir de 2002, no primeiro mandato do presidente Lula. Mais de dez conferências nacionais foram feitas, intensificando o diálogo e a tentativa de inserir nas políticas públicas diversos segmentos da sociedade. O ministro ressaltou, no entanto, que não basta ficar no diálogo, no debate, é preciso ação. “É necessário que essas conferências não acabem se tornando uma espécie de teatro, de encenação. Elas precisam de fato ter uma consciência prática, senão as pessoas vão se cansar disso.” Leia mais na Agência Brasil.
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