Obama fala de políticas mais duras contra a violência após massacre
Foto: Reprodução
Obama em pronunciamento em Newtown em memória às vítimas da escola Sandy Hook
Em um discurso feito em Newtown, Connecticut, na noite deste domingo, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, falou sobre políticas mais duras contra a violência para que tragédias como a que matou 26 pessoas – 20 delas crianças – na escola de educação infantil Sandy Hook na última sexta-feira não se tornem rotina. Citando os nomes das 20 crianças – com entre seis e sete anos – mortas no massacre, Obama pediu em uma cerimônia religiosa ecumênica em Newtown que todos “façam com que nosso país seja mais digno” em memória das vítimas, após transmitir aos familiares e amigos dos mortos “o amor e as orações” dos Estados Unidos. Leia mais no G1.
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Eduardo Campos: ‘Os 90 dias iniciais de 2013 serão decisivos para Dilma’
Sonia Racy e Gabriel Manzano, O Estado de S. Paulo
Governador pernambucano Eduardo Campos
Grande vitorioso das eleições de outubro, o governador pernambucano Eduardo Campos – aos 47 anos, pai de quatro filhos, neto de um ícone das esquerdas, Miguel Arraes – vive um momento desafiador. Seu PSB, que ele preside desde 2005, acaba de eleger 433 prefeitos – mais que todos os rivais. Seu candidato derrotou o de Lula no Recife – um tradicional quintal do ex-presidente. Seu nome já é citado como presidenciável para 2014. Seu dilema é como seguir crescendo e, ao mesmo tempo, preservar as alianças e sua antiga amizade com Lula e com a presidente Dilma Rousseff. Qual o ponto de equilíbrio? “Os 90 dias iniciais de 2013 serão decisivos para o governo Dilma”, disse ele à coluna numa longa conversa em São Paulo, na semana passada. “Se ela ganhar 2013, 2014 já começa praticamente resolvido, sem sobressaltos”. Mas ele adverte: a pauta da microeconomia “já está esgotada”. O Estado “não pode dar um cavalo de pau nas regras”. O consumo “não terá a mesma importância dos últimos seis anos”. E é preciso conquistar o empresariado para um projeto de crescimento – coisa que a presidente Dilma tem de fazer “com atitudes e palavras”. Leia mais no Estadão.
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