Acredite se quiser: a prestação de contas da enfermeira
Helena Ventura, que concorreu ao cargo de deputada estadual pelo PT,
tinha um erro de nada menos que R$ 36,2 milhões; Helena, neste fim de
semana, foi apontada como ´laranja´do PT em Minas Gerais, depois que a
Operação Acrônimo, da Polícia Federal, divulgou que ela teria pago este
montante às gráficas do empresário Benedito Rodrigues; na verdade,
Helena gastou apenas R$ 725 e quem inflou sua prestação de contas de
maneira absurda foi a contadora Rosilene Alves Marcelino, que é filiada
ao DEM e posta ataques ao PT nas redes sociais; no fim de semana, Helena
era retratada como criminosa em Veja, ao lado do governador Fernando
Pimentel e da primeira-dama Carolina Oliveira; hoje, o jornal O Tempo
corrige a lambança; ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, falou em
erros da operação. (Com informações de Brasil247)
Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...
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