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Deputados querem impor fillibuster contra o trator Eduardo Cunha


 Por Genaldode Melo
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Parlamentares integrantes da comissão especial que aprecia a proposta de emenda constitucional (PEC) 171, referente à redução da maioridade penal, contestam o ritmo acelerado de tramitação que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pretende impor à matéria. Deputados contrários à votação da matéria em caráter imediato se articulam para dar entrada em uma série de instrumentos regimentais na Casa, de hoje (8) até quarta-feira (10). O objetivo é assegurar que sejam realizadas as audiências públicas anteriormente solicitadas e aprovadas antes da votação do relatório. Cunha, no entanto, pretende encerrar a votação da PEC até sexta-feira (12). E diante da pauta extensa dos próximos dias, os defensores da PEC, que querem a redução da maioridade, acham que, se tudo correr como pretende Cunha, a proposta será encaminhada ao plenário até o final da próxima semana – ou seja, até o dia 19. Ainda assim, desrespeitando procedimentos necessários para que o debate da emenda cumpra seu rito regimental, segundo muitos deputados. O gesto do presidente da Câmara vem na sequência de uma enxurrada de críticas em reação a sua postura "trator" para aprovar o projeto que legaliza as doações empresariais a partidos em campanhas. Os parlamentares contrários à redução da maioridade insistirão que, diante da complexidade do tema, é preciso mais tempo para a questão ser debatida com todos os setores da sociedade. Um deles, Glauber Braga (PSB-RJ), apresentou um requerimento pedindo a realização das audiências públicas já aprovadas. O deputado fez um levantamento, segundo o qual, de 75 audiências públicas aprovadas, somente 12 foram de fato realizadas. Além disso, ocorreram até agora 22 sessões da comissão, quando os deputados que a integram defendem que os debates cumpram o prazo máximo regimental de 40 sessões até o encerramento dos trabalhos (o mínimo é de 20 sessões).

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