Principal combustível das campanhas eleitorais no Brasil, as
contribuições financeiras de empresas também são as maiores responsáveis
pelo custeio das máquinas dos grandes partidos. Somados, os diretórios
nacionais do PT, do PMDB e do PSDB receberam R$ 2 bilhões em doações de
pessoas jurídicas entre 2010 e 2014, em valores atualizados pela
inflação. Isso representa dois terços de tudo o que entrou nos cofres
das três legendas naquele período de cinco anos. Essa fonte de receitas está prestes a secar. No dia 17, o Supremo
Tribunal Federal não apenas decidiu que o financiamento empresarial de
campanhas é inconstitucional, mas também derrubou os artigos da Lei dos
Partidos Políticos que permitem contribuições privadas às legendas. Com essa permissão legal, os tesoureiros dos partidos vinham
arrecadando recursos de empresas mesmo em anos não eleitorais. Em 2011 e
2013, por exemplo, nada menos que R$ 205 milhões foram doados às três
maiores legendas do País. (Estadão)
Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...
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