O ministro Gilberto Kassab (Cidades) corre para recriar o Partido
Liberal e assim formar um bloco governista, com até 28 deputados
federais, para rivalizar com o PMDB, que tem acentuado a crise política
do governo Dilma. Com a aliança com o PSD, Kassab reuniria 62 deputados,
quase o mesmo tamanho do PMDB (66). Segundo reportagem de Gustavo Uribe e Natuza Nery, a pedido do
ex-prefeito de São Paulo, integrantes do Palácio do Planalto adiaram a
publicação da sanção presidencial à reforma política aprovada pelo
Congresso. Na nova lei, deputados federais só podem mudar de partido sem risco de perder o mandato no sétimo mês anterior às eleições. Em agosto deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral rejeitou o pedido
de registro do PL, que só apresentou ao tribunal 167 mil das cerca de
487 mil assinaturas necessárias para a criação de um partido. O PL recorreu em setembro, pedindo que o tribunal reconsidere sua decisão (leia mais). (247)
Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...
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