O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, afirmou nesta
sexta-feira, 25, durante evento no Rio, que o PDT continuará na base
aliada do governo Dilma Rousseff, independentemente do espaço que será
dado à legenda na reforma ministerial arquitetada pela presidente. Dias afirmou ser um "representante partidário" no Ministério do
Trabalho e que o seu nome em si não tem importância. "Há uma tendência
nacional histórica do PDT se manter vinculado ao Ministério do Trabalho.
Mas isso é a presidente quem determina. Minha função é cumprir tarefa",
enfatizou, durante o Dia D, evento de inclusão profissional de pessoas
com deficiência e reabilitados no centro do Rio. O ministro criticou qualquer movimento de "ataque à democracia", em
referência a um possível pedido de impeachment da presidente. "Liberdade
e democracia são causas fundamentais. Apoiamos a democracia.
Respeitamos as urnas", disse. (247)
Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...
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