Deputado do PMDB mais cotado para ocupar
o ministério da Saúde, Manoel Junior (PB) defendeu a renúncia da
presidente Dilma Rousseff há cerca de um mês. Ele também já se posicionou contra a volta da CPMF, imposto que pode
aumentar a receita da pasta que atualmente ele pretende ocupar. Na campanha de 2014, Manoel Junior apoiou as candidaturas de oposição. Para presidente, ele votou em Aécio Neves (PSDB), adversário de Dilma. Numa entrevista há duas semanas, o deputado fez duras críticas sobre a relação do governo Dilma com a bancada do PMDB. “O PMDB já não é mais governo há muito tempo, desde quando fomos excluídos de algumas políticas públicas”, disse. No dia 10 de agosto, ele disse que Dilma deveria renunciar para dar lugar ao vice Michel Temer. “Ela tem de pensar no Brasil”, disse, segundo um site de notícias da Paraíba. (Estadão)
Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...
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