Antes de embarcar para Nova York,
onde participa da Assembleia Geral das Nações Unidas, a presidente Dilma
Rousseff acompanhou a posição do Supremo Tribunal Federal, que eliminou
o financiamento empresarial de campanhas por 8 votos a 3, a vetou
trechos da reforma política aprovada na Câmara dos Deputados, que
consagrava as doações de empresas a políticos e partidos. O decreto deve ser publicado até a próxima segunda-feira no Diário Oficial. No entanto, há dúvidas sobre a
aplicação da regra. Enquanto alguns ministros defendem que seja
imediata, outros, como Dias Toffoli, presidente do Tribunal do Superior
Eleitoral, defendem uma regra de transição que possa ser aplicada nas
eleições municipais de 2016. (247)
Por Genaldo de Melo O líder político deve ser sempre o mais forte, moral e espiritualmente, do grupo que lidera, ou pelo menos parecer ser. Fraqueza é a premissa mais incoerente que existe na natureza de quem deseja liderar politicamente um povo. Apenas no extremismo político a fraqueza pode ser considerada coisa boa, porque um fanático não enxerga tal coisa como negativa. Apenas os apedeutas do extremismo são verdadeiros analfabetos políticos. Como compreender o ex-presidente que sempre arrotou valentia, vomitava intolerância, violência e ódio continuar com tantos seguidores demonstrando fraqueza e se vitimizando o tempo todo quando a coisa aperta para ele? Não o considero líder de nada, apenas de oligofrênicos! O homem foi condenado a ficar fechado na cadeia a mais de vinte sete anos por crimes que evidentemente cometeu, conforme o Código Penal e a Constituição Federal, e fica todo dia inventando coisas para voltar para casa para voltar a encrencar e infernizar a vida do povo br...
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