Por Genaldo de Melo
Para a colunista Eliane Cantanhêde, o impeachment da presidente Dilma Rousseff é uma questão de tempo: “É muito difícil e até doído escrever isso, mas as coisas estão se
precipitando rapidamente em Brasília. O isolamento da presidente Dilma
Rousseff está cada vez mais preocupante e que já se discute em
corredores e gabinetes não é mais “se”, mas “quando” será votado o
processo de impeachment. Não pela capacidade da oposição de pressionar,
mas pela incrível capacidade de Dilma de errar”, diz. Ela ressalta que partidos da base “já pularam fora” e que outros
seguirão por esse caminho: ‘Ontem, as bancadas do PSB na Câmara e no
Senado já discutiram abertamente o rompimento e a explicação do
presidente do partido, Carlos Siqueira, foi arrasadora: “Entendemos que é
um governo moribundo, temos que encontrar um meio de o País não sangrar
por muito tempo”, disse ele, após reunião da qual participaram os
governadores Rodrigo Rollemberg (DF), Paulo Câmara (PE) e Ricardo
Coutinho (PB)’. Conclui que, para o vice Michel Temer, agora só cabe esperar “novembro chegar” (leia mais). (247)
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